CIRURGIA CARDIÁCA
A cirurgia Cardíaca é um procedimento necessário para aqueles pacientes que apresentam sintomas sugestivos de doença coronariana, doença valvular ou decorrente de problemas congênitos. A decisão de operar é sempre do seu médico assistente, e da equipe de cirurgiões, após avaliação dos exames pré-operatórios, sendo que, o momento da cirurgia vai depender da gravidade e da urgência de cada caso.
Na maioria dos casos a veia utilizada para as pontes é a safena. Porém, no caso da ausência desta veia, OUTROS ENXERTOS podem ser utilizados. Outra situação para utilização de outros enxertos, é a presença de varicosidades importantes impedindo o seu uso. Esta situação avaliada pela equipe cirúrgica e clínicos.
Os medicamentos não devem ser suspensos. Devem ser informados à equipe clínica, cirúrgica e de anestesiologistas, para que haja uma total sintonia. Somente os medicamentos que interferem com a coagulação devem ser suspensos com antecedência, sempre de acordo com o seu clínico e cirurgião. Medicamentos como AAS, aspirina, entre outros, devem ser suspensos.
No caso da Revascularização do Miocárdio (ponte de safena), a decisão do número de pontes vai depender do seu caso, isto é, da avaliação da anatomia do seu vaso coronariano pelo cateterismo, e do momento operatório. Por este motivo, nem sempre aquilo que se deseja fazer, é o que realmente pode ser feito no tempo principal da cirurgia.
Esta cirurgia pode abordar todas as válvulas do coração (mitral, aórtica tricúspide e pulmonar), sendo que a opção pela troca ou pela plastia com preservação da mesma vai depender das condições com que elas se encontrem. A plastia é sempre a técnica de escolha. Quando optamos pela troca da válvula, podemos utilizar dois tipos: metálica ou biológica. Esta escolha é um consenso entre você e seu médico assistente.
